A Justiça, na pessoa do advogado, mantém-se ativando o inesgotável em conformidade com as leis a fim de que predomine harmonia sócio educacional de maneira que em seu contexto toda uma sociedade tenha pleno êxito em seus direitos garantidos constitucionalmente; desta forma, levando as causas aos competentes julgadores em todas as suas esferas, para que haja aplicabilidade da plena justiça, sem esquecer de que o operador do direito age, ainda, em esferas extrajudiciais e administrativas, conferindo confiança a essa mesma sociedade em relação ao Poder Judiciário tão desacreditado atualmente, pelas falhas de leis específicas em virtude de sua desatualização temporal e consuetudinária “causada pelo desenvolvimento exagerado de desvios comportamentais humanos.”.
Por mais que uma cachoeira jorre tortuosamente, sempre predominará em sua essência, a aplicação e execução de recursos em sua plenitude consoante até chegar ao seu leito serenamente, pois não há caminhos plenamente retos, bem como não há leis sem brecha. O advogado consegue se conduzir tentando não atropelar direitos alheios, transpondo obstáculos, tentando não tropeçar e, incessantemente zelando com perfeita maestria pelas tênues curvas da lei. (Grifo meu).